segunda-feira, 26 de fevereiro de 2018

6 coisas que você deve EVITAR ao começar a estudar inglês



6 coisas que você deve EVITAR ao começar a estudar inglês

1- Promessas milagrosas

Sim, muita gente ainda acredita em promessas milagrosas. Que conseguira falar em 6 semanas ou em 1 ano.
Desculpe, isto não existe, e quem vende isto está mentindo. Procure utilizar o  CERF (Quadro comum europeu de referência para línguas) para compreender quais habilidades são necessárias para atingir cada nível de proficiência: https://www.britishcouncil.org.br/quadro-comum-europeu-de-referencia-para-linguas-cefr e quais são as pontuações de testes internacionais equivalentes: http://www.cambridgeenglish.org/exams-and-tests/cefr/

2- Acreditar que professores nativos são melhores ou o ideal para aprender o idioma

Ledo engano. Muitos alunos acreditam que o professor nativo é o ideal. E esquecem que as vezes este nativo pode simplesmente não saber dar aulas. E o que é pior, as vezes, mesmo nativo ele pode não saber se expressar em sua língua materna. Já percebeu quantos brasileiros falam o português errado? Então. 
O mesmo ocorre com qualquer outra língua.

Um professor bem qualificado e experiente brasileiro será provavelmente melhor que um nativo com pouca ou nenhuma experiência em ensino de línguas. Exija dele exames internacionais, tempo de experiência e de escolas gabaritadas. Esta é sua maior garantia.

3- Cursos somente com vídeo aulas (milagrosos) e sem interação humana em tempo real.

Assim como natação e musculação.... estudar idiomas exige também a prática. E isto precisa ser "ao vivo". Aulas e conversas online são legais e servem para praticar vocabulário, pronúncia, compreensão auditiva e até leitura. Mas....não te ajudará usar o inglês de forma comunicativa. Isto é, não será ideal para te ajudar a falar com outro ser humano.

4- Procurar cursos pelo valor.

Bem, muitos sabem... o barato sai bem caro. Obviamente uma escola que vende cursos baratos não consegue contratar professores gabaritados e com exames internacionais. Assim como não consegue investir em ferramentas tecnológicas (apoio online, exercícios online, bons livros para biblioteca e outras ferramentas de apoio). Sem contar com a infraestrutura e principalmente focar em bons livros (ao invés de apostilas ou materiais extremamente focados na decoreba, por exemplo.) Afinal, trabalhar com editoras renomadas também não é barato. Verifique se a escola te preparar (e melhor ainda, aplica...) para testes e certificações internacionais como as Cambridge (uma das mais completas). 

5- Focar apenas na gramática

Estudar gramática como se fosse a coisa mais importante para aprender a falar o idioma bem. A gramática correta é sim muito importante, principalmente em situações mais formais como uma entrevista de trabalho, mas não é o fator mais importante na comunicação oral. Na hora de se comunicar oralmente, vale mais a pena investir tempo em aprender vocabulário novo e aprimorar a pronúncia para se fazer entender na conversação que investir horas e horas em estudo de regras gramaticais. Mas claro, isto não quer dizer que deve-se largar a gramática... muito pelo contrário. Pesquise cursos que trabalhe com um método que utilize tudo integralmente.

6- Achar que só se aprender inglês morando ou viajando para o exterior.

Saiba que a grande maioria que viaja ou vai morar fora e fica 1, 2 ou até 6 meses no exterior... muitas vezes percebe que gastou dinheiro à toa.
Pois, novamente, não existe mágica. O ideal é estudar um pouco aqui para, ai sim, conseguir se virar no exterior. Mas tanto aqui como lá exige-se estudo e muita força de vontade. E claro, tentar sempre estar em contato com o inglês.

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