terça-feira, 27 de fevereiro de 2018

TOEFL, Cambridge, IELTS, DAF... Os exames de proficiência em línguas estrangeiras




TOEFL, Cambridge, IELTS, DAF... Os exames de proficiência em línguas estrangeiras


Sabia que os testes de proficiência são essenciais para brasileiros que querem estudar no exterior?


Os exames de proficiência é um dos passos para a aprovação em programas de graduação ou pós-graduação no exterior é comprovar o domínio da língua do país. Tanto para o acompanhamento das aulas na instituição estrangeira quanto para oportunidades de carreira no país escolhido, testes de proficiência atestam que o conhecimento do candidato está de acordo com o nível de exigência das oportunidades.

Inglês: IELTS e TOEFL 

O International English Language Testing System (Sistema Internacional de Teste da Língua Inglesa - IELTS) é exigido para obter visto de moradia ou estudo no Reino Unido. O exame é reconhecido por mais de nove mil organizações em todo o mundo, incluindo universidades e instituições que oferecem bolsas de estudos. 
Para se candidatar a bolsas de estudos e outras oportunidades acadêmicas no país, as instituições geralmente exigem nota acima de 6 – as notas vão de 1 até 9. 
No Brasil, o teste á aplicado pela Cultura Inglesa, mediante o pagamento da taxa de € 220 (aproximadamente R$900). 
Toefl
Já o Test of English as a Foreign Language (Teste de Inglês como Língua Estrangeira – TOEFL) mede a proficiência em língua inglesa com foco maior no inglês americano. O exame é aplicado no Brasil em cursos de língua estrangeira e universidades, com taxa de US$215 (cerca de R$700). 
Há quatro tipos de provas: o TOEFL Primary Tests, para estudantes acima de oito anos; o TOEFL Junior Tests, para alunos acima de 11 anos; o TOEFL ITP Assessment Series (ou série de avaliação), para mensurar o nível de inglês sem a necessidade de comprovar habilidades de fala e escrita; e o TOEFL iBT (internet-based test, ou teste baseado na internet). 
Para a admissão em instituições de ensino superior é utilizado o TOELF iBT, que avalia quatro habilidades: reading (compreensão de texto), listening (compreensão auditiva), speaking (expressão oral) e writing (expressão escrita). A prova é divida nessas quatro seções, que equivalem a 30 pontos cada.
“O inglês é uma língua germânica ocidental que, gramaticalmente falando, tem várias diferenças em comparação com a língua portuguesa”, explica Pedro Daniel Rodrigues da Silva Oliveira, diretor do Colégio Positivo Internacional. “É necessário entender e se acostumar à forma que a escrita, compreensão, interpretação e oralidade são exploradas na prova”, aconselha. 

Exames de Cambridge
Todos os exames de Cambridge são organizados levando em consideração o CEFR – Common European Framework of Reference. A Universidade de Cambridge, muita famosa por prestar o serviço da aplicação das provas e também participar da formulação do exame é apenas a instituição que realiza e certifica esses estudantes de acordo com os testes que desejam.

segunda-feira, 26 de fevereiro de 2018

6 coisas que você deve EVITAR ao começar a estudar inglês



6 coisas que você deve EVITAR ao começar a estudar inglês

1- Promessas milagrosas

Sim, muita gente ainda acredita em promessas milagrosas. Que conseguira falar em 6 semanas ou em 1 ano.
Desculpe, isto não existe, e quem vende isto está mentindo. Procure utilizar o  CERF (Quadro comum europeu de referência para línguas) para compreender quais habilidades são necessárias para atingir cada nível de proficiência: https://www.britishcouncil.org.br/quadro-comum-europeu-de-referencia-para-linguas-cefr e quais são as pontuações de testes internacionais equivalentes: http://www.cambridgeenglish.org/exams-and-tests/cefr/

2- Acreditar que professores nativos são melhores ou o ideal para aprender o idioma

Ledo engano. Muitos alunos acreditam que o professor nativo é o ideal. E esquecem que as vezes este nativo pode simplesmente não saber dar aulas. E o que é pior, as vezes, mesmo nativo ele pode não saber se expressar em sua língua materna. Já percebeu quantos brasileiros falam o português errado? Então. 
O mesmo ocorre com qualquer outra língua.

Um professor bem qualificado e experiente brasileiro será provavelmente melhor que um nativo com pouca ou nenhuma experiência em ensino de línguas. Exija dele exames internacionais, tempo de experiência e de escolas gabaritadas. Esta é sua maior garantia.

3- Cursos somente com vídeo aulas (milagrosos) e sem interação humana em tempo real.

Assim como natação e musculação.... estudar idiomas exige também a prática. E isto precisa ser "ao vivo". Aulas e conversas online são legais e servem para praticar vocabulário, pronúncia, compreensão auditiva e até leitura. Mas....não te ajudará usar o inglês de forma comunicativa. Isto é, não será ideal para te ajudar a falar com outro ser humano.

4- Procurar cursos pelo valor.

Bem, muitos sabem... o barato sai bem caro. Obviamente uma escola que vende cursos baratos não consegue contratar professores gabaritados e com exames internacionais. Assim como não consegue investir em ferramentas tecnológicas (apoio online, exercícios online, bons livros para biblioteca e outras ferramentas de apoio). Sem contar com a infraestrutura e principalmente focar em bons livros (ao invés de apostilas ou materiais extremamente focados na decoreba, por exemplo.) Afinal, trabalhar com editoras renomadas também não é barato. Verifique se a escola te preparar (e melhor ainda, aplica...) para testes e certificações internacionais como as Cambridge (uma das mais completas). 

5- Focar apenas na gramática

Estudar gramática como se fosse a coisa mais importante para aprender a falar o idioma bem. A gramática correta é sim muito importante, principalmente em situações mais formais como uma entrevista de trabalho, mas não é o fator mais importante na comunicação oral. Na hora de se comunicar oralmente, vale mais a pena investir tempo em aprender vocabulário novo e aprimorar a pronúncia para se fazer entender na conversação que investir horas e horas em estudo de regras gramaticais. Mas claro, isto não quer dizer que deve-se largar a gramática... muito pelo contrário. Pesquise cursos que trabalhe com um método que utilize tudo integralmente.

6- Achar que só se aprender inglês morando ou viajando para o exterior.

Saiba que a grande maioria que viaja ou vai morar fora e fica 1, 2 ou até 6 meses no exterior... muitas vezes percebe que gastou dinheiro à toa.
Pois, novamente, não existe mágica. O ideal é estudar um pouco aqui para, ai sim, conseguir se virar no exterior. Mas tanto aqui como lá exige-se estudo e muita força de vontade. E claro, tentar sempre estar em contato com o inglês.

Twitter Delicious Facebook Digg Stumbleupon Favorites More