sábado, 27 de setembro de 2014

Idosos buscam aulas de idiomas para ginástica mental e prevenir Alzheimer

 

Idosos buscam aulas de idiomas para ginástica mental e prevenir Alzheimer


Ao todo, 116 pessoas, todas acima de 60 anos, frequentam as aulas. 
Além de exercitarem a mente, eles se divertem e fazem amizades.

Mais de 100 idosos estão fazendo aulas de idiomas nos Centros de Convivência em Santos, no litoral de São Paulo. A procura pela atividade é grande, já que as aulas de línguas estrangeiras tem sido uma boa oportunidade para eles exercitarem a mente e evitar doenças como o Mal de Alzheimer. Além disso, eles dizem que se divertem falando um outro idioma.

O Centro de Convivência Vila Nova dispõe de aulas de inglês, espanhol, francês, italiano e alemão. Ao todo, 116 pessoas, todas acima de 60 anos, frequentam os centros de convivência da Prefeitura de Santos somente para aprender outra lingua. Segundo a chefe do Cecon, Silvia Ventura, as aulas de idiomas foram incluídas na gama de atividades dos centros a pedido dos idosos. “A gente sempre pergunta o que eles gostariam de fazer. Nos surpreendeu essa procura por línguas”, afirma ela.

As aulas são ministradas por professores voluntários e acontecem em vários horários. É o caso da professora Elsa de Oliveira Lima, que dá aulas de inglês e italiano. De acordo com a professora, por causa da idade do alunos, há mais dificuldade na aprendizagem. “É outro tipo de aprendizado. As limitações são maiores, mas eles têm aquela vontade de saber. Eles veem que os filhos sabem uma língua estrangeira e eles se interessam muito por aprender”, fala. Ela diz também que os idosos acabam exercitando a mente durante as aulas, já tem que precisam fazer as lições, fixá-las e depois treinar o idioma na conversação. “A neurociência, hoje em dia, indica o estudo de uma língua para você criar sinapses para fortalecer o cérebro. A neurociência recomenda uma língua estrangeira. Eles (idoso) vêm também por conta disso, para exercitar”, diz.

quinta-feira, 25 de setembro de 2014

Para o Brasil ser relevante no mundo, precisa falar inglês

















"Para o Brasil ser relevante no mundo, precisa falar inglês", diz Francisco Marmolejo


Coordenador do Programa de Educação Superior do Banco Mundial, o mexicano Francisco Marmolejo, 53 anos, há duas décadas percorre países para captar boas práticas e influenciar as universidades a se desenvolver científica, econômica e socialmente. Doutor em Administração com foco em agropecuária, Marmolejo participou da criação da Rede de Associações de Educação Internacional (Niea), que reúne órgãos educativos e líderes das mais importantes universidades internacionais, e integra a Associação Internacional de Universidades (IAU), vinculada à Unesco.

Ele esteve na PUCRS na semana passada para debater a necessidade de inovação no Ensino Superior, em especial quanto à internacionalização — considerada por ele, mais do que desejável, necessária.

Ainda são poucas as aulas em inglês dentro das universidades brasileiras, algo comum em outros países. Começamos muito tarde a internacionalização?
É um pouco tarde para tentar resolver uma deficiência persistente na aquisição de uma segunda língua. Não basta a universidade esperar que, até essa idade, os estudantes dominem uma segunda língua. A internacionalização permite aos alunos ter melhor conhecimento de um mundo cada vez mais complexo, trabalhar em ambientes multiculturais e fazer com que os futuros profissionais tenham mais apreciação pelo próprio idioma e cultura.

terça-feira, 16 de setembro de 2014

Terminam as Inscrições para o Inglês sem Fronteiras

 
 

Terminam as Inscrições para o Inglês sem Fronteiras


Terminou às 12h desta segunda-feira (15) o prazo para estudantes interessados em se inscrever no programa Inglês Sem Fronteiras. As inscrições foram feitas exclusivamente pela internet. O programa foi lançado em 2012, com o objetivo de melhorar o nível de proficiência dos estudantes em inglês e aumentar a participação no Programa Ciência sem Fronteiras, que oferece bolsas de estudo em universidades estrangeiras.

São oferecidas 6.045 vagas, em 43 universidades federais, a estudantes de nível superior - graduação, mestrado ou doutorado - com matrícula ativa nas universidades federais credenciadas como núcleos de línguas. É necessário ser estudante ativo no curso My English, cuja inscrição tenha sido validada até 48 horas antes da inscrição no núcleo de línguas, e ter concluído até 90% do total de créditos da carga horária do curso.

quarta-feira, 3 de setembro de 2014

Gene Simmons comenta que como imigrante indica aprender a falar inglês



Gene Simmons comenta que como imigrante indica aprender a falar inglês


O baixista/vocalista do KISS, Gene Simmons, esteve no HuffPost na última segunda, 11 de agosto, para conversar sobre a nova turnê da banda e a nova série “4th And Loud”, que vai documentar sobre o novo time de futebol da Arena Football League, LA Kiss. A conversa rapidamente mudou para as opiniões de Simmons sobre os imigrantes que, em sua cabeça, relutam em aprender inglês.

Quando perguntando como ele se sente como a música do KISS se conectou com músicas gerações, ele disse: “Em toda a seriedade, é algo que vem do coração.

Eu fico sinceramente... Como devo dizer, porque eu fico quase sem ar? Eu não nasci na América. Eu sei que não parece.

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