segunda-feira, 15 de abril de 2013

Argentina recebe mais alunos dos EUA do que o Brasil

Argentina recebe mais alunos dos EUA do que o Brasil


Brasil tem  a tradição de resistir a cursos em inglês na universidade, como se fosse uma questão de soberania.


Nosso ensino superior está se internacionalizando. É uma via virtuosa: as instituições se internacionalizam porque se qualificam e se qualificam porque se internacionalizam.
Há um pequeno fluxo de estudantes de graduação europeus que passam alguns anos da sua formação em nossas melhores universidades em programas de duplo diploma.

Na pós-graduação, o Brasil é um destino importante para estudantes de países vizinhos. O Brasil é extremamente atraente para eles: tem um sistema universitário desenvolvido; oferece formação de primeira linha; ao contrário do que ocorre na maioria dos países, não cobra taxas ou mensalidades de nenhum estudante, brasileiro ou estrangeiro; há abundância de bolsas e oportunidades de financiamento. Falamos uma língua facilmente acessível para quem fala espanhol.

Mas os resultados atuais estão muito aquém do que poderiam ser.

O Brasil ainda tem um número pequeno de universidades entre as 500 melhores do mundo. O número de alunos estrangeiros no Brasil é bastante reduzido.

Há mais estudantes norte-americanos na Argentina do que no Brasil. Isso se deve à preferência dos estudantes por um país que fala espanhol, mas também pela disponibilidade de programas de graduação em inglês.

As universidades brasileiras deveriam considerar a possibilidade de oferecer cursos superiores em inglês -de preferência até completos- juntamente com o português.
Na idade média, quando as universidades foram criadas, as pessoas cultas se comunicavam em latim. Graças ao latim, um estudioso de Oxford ou de Bolonha no século 12 podia trocar ideias com alguém de Salamanca ou da Sorbonne.

terça-feira, 9 de abril de 2013

Pesquisa aponta que 5% dos brasileiros sabem falar inglês

Pesquisa aponta que somente 5% dos brasileiros sabem falar inglês 

Consultores e empresários repetem há anos a mesma assertiva de que, hoje em dia, falar inglês não é mais opção, e sim uma necessidade básica exigida pelo mercado de trabalho.


A mão de obra que preencha esse requisito, porém, ainda não é satisfatória, de acordo com a pesquisa divulgada recentemente pela British Council que revela um dado preocupante: apenas 5% dos brasileiros sabem falar inglês.

A carência de profissionais qualificados é respaldada no estudo realizado pelo site Vagas.com, feito com 37.389 candidatos em 12 estados.

Desse número de pessoas, 51% asseguram no currículo ter conhecimento avançado ou fluente de leitura e escrita do inglês, quando na verdade, após teste de proficiência, ficar provado que somente 36% possuem o domínio condizente com o inserido no currículo.
 

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